O Projeto MKULTRA foi um programa secreto e ilegal de experimentos em humanos conduzido pela Agência Central de Inteligência (CIA) dos Estados Unidos. Iniciado no início da década de 1950 e oficialmente interrompido em 1973, o MKULTRA visava identificar e desenvolver drogas e procedimentos que pudessem ser usados para controle mental, interrogatório e tortura.
O principal objetivo do MKULTRA era entender como manipular os estados mentais dos indivíduos e usá-los para fins de inteligência. Os métodos empregados eram vastos e antiéticos, incluindo:
As vítimas do MKULTRA eram variadas, incluindo:
Muitos desses indivíduos não foram informados de que estavam participando de um experimento, e suas vidas foram profundamente afetadas pelos resultados.
A existência do MKULTRA veio à tona em meados da década de 1970, através de investigações do Congresso dos EUA, incluindo o Comitê Church e a Comissão Rockefeller. As revelações causaram grande indignação pública e levantaram sérias questões éticas sobre o papel do governo e suas agências de inteligência.
O MKULTRA é amplamente considerado uma das violações de direitos humanos mais flagrantes perpetradas pelo governo dos EUA. O programa deixou um legado de desconfiança e controvérsia em relação à CIA e às suas práticas. As revelações sobre o MKULTRA levaram a reformas e regulamentações mais rigorosas para garantir a proteção dos direitos dos indivíduos em pesquisas governamentais. O caso também evidenciou a importância da ética%20na%20pesquisa e do consentimento informado.
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